sexta-feira, 13 de janeiro de 2012
Uma curta.
(Desculpem lá outro video, mas a estética deste parece-me muito boa! A primeira vez que o vi pouco passava das 7h da manhã, talvez tenha sido daí...)
terça-feira, 3 de janeiro de 2012
E se amanhã a Fnac encerrasse as lojas em Portugal?
Eu como defensor de um comércio mais tradicional, em especial nos mercados da música e livros, nunca fui grande defensor da Fnac aquando da sua entrada em Portugal. Contudo, com o passar dos anos, com o seu grande crescimento acompanhado de encerramentos de discotecas e livrarias, fui aderindo ao conceito. Neste momento relativamente a livros e consumíveis compro 90% na Fnac. Na música, a % é bem menor porque compro essencialmente na internet. A verdade é que a ideia de ter tanta coisa junta na mesma loja acaba por ser muito apelativa e por exemplo se quisermos comprar um prenda, dificilmente não arranjámos alguma coisa para essa pessoa, haja dinheiro!
Conclusão, neste momento sou um cliente assíduo e sem remorsos! :)
O que proponho é que deixem a vossa opinião, sobre o impacto de uma eventual decisão de encerrar as lojas semelhante ao que aconteceu na Grécia. Sentiriam falta, seria o caos, outros grupos abririam lojas, voltaríamos a ter pequenas livrarias e discotecas, teriam mais prazer nas compras...?
Pessoalmente, acho que no curto prazo o impacto seria brutal, o consumo de cultura iria baixar fortemente, no longo prazo dependeria do ajustamento, mas não faço ideia se teríamos um novo grande grupo ou se ficaria um grande vazio. Qualquer das maneiras não queria ter essa noticia, uma vez que seria um sinal de que a crise era maior do que acreditamos ser!
segunda-feira, 2 de janeiro de 2012
Outra vez
Quem escreveu isto não foi um pensador do século XIX, nem tão pouco um Nobel da economia... Li isto em mais uma newsletter da Flur (passo a publicidade, é uma loja de música), que como sempre não desperdiçam palavras nem ensinamentos.
Talvez devêssemos todos ouvir mais música em 2012 :)
sexta-feira, 23 de dezembro de 2011
segunda-feira, 19 de dezembro de 2011
Music To My Ears
Apenas sei do que gosto, e gosto muito destas duas senhoras que se seguem:
1. Desde que ouvi "Hometown Glory", single do seu primeiro disco, fiquei agarrada! E o segundo albúm 21 também não decepcionou! Fica aqui "Rolling in the Deep" para todos apreciarem o talento de Adele.
2. Não foi amor à primeira, nem à segunda nota. Mas à medida que a fui ouvindo, fui gostando cada vez mais da voz inconfundível de Miss Florence! "Shake It Out" de Florence and the Machine.
domingo, 18 de dezembro de 2011
Breakfast at Fnac
Hoje de manhã (domingo) tive de ir à baixa e decidi tomar o pequeno almoço por lá. Visto ser uma das minhas refeições favoritas, queria escolher bem o local onde pedir a minha meia-de-leite e a sua fiel torrada a acompanhar.
Tinha várias opções, entre elas a confeitaria Ateneia, o Di Roma ou o Majestic... Ainda espreitei o armazém do Café mas como estava fechado acabei por ir ao café da Fnac. Shame on me.
Depois de instalado e já com café nas veias, comecei a matutar no que me fez dar preferência ao café daquela grande multinacional em detrimento dos cafés típicos e característicos da cidade que eu adoro. Não foi o espaço (que é fechado e sem janelas) nem o preço muito em conta, penso que inconscientemente foi um conjunto de pequenas razões: ter a certeza que este espaço estava aberto àquela hora (porque está sempre (!!) aberto), saber que vou ser atendido por um empregado bem disposto, ter a certeza que não vou esperar 20 minutos e o café vir frio, saber que o espaço vai estar acolhedor com aquecimento, música ambiente e os melhores jornais e revistas à disposição.
Estou disposto a dar uma oportunidade ao comércio/restauração tradicionais, mas têm que a merecer! No entanto tenho que dar a face, está a melhorar muito! Mas por favor abram ao domingo, cedo! E fechem tarde, todos os dias! E invistam na decoração e na formação do staff! E N Ã O poupem no aquecimento, para não ter que voltar a jantar com o sobretudo vestido (já aconteceu e não foi num restaurante qualquer, foi num dos mais embemáticos do Porto).
Da próxima vez vou ao Macdonald’s (shame on me, again) vou pedir um café to-go e vou sentar-me na praça dos Aliados a bebericá-lo! Sim, porque o pessoal da Ateneia ainda acha que é muito “rasca” ter copos de papel.
domingo, 11 de dezembro de 2011
Cada caso é um caso
Na Suécia, li hoje, quando um sueco está desempregado, evita até admitir-se como tal e é o sindicato que lhe paga o subsídio de desemprego. Nenhuma destas coisas se passa em Portugal. No nosso país estar desempregado é visto de bom grado por grande parte das pessoas, porque recebem o subsídio, são até mais espertos que os "burros" que andam a trabalhar por quase nada. Além disso os sindicatos são autênticos pesos mortos na economia e na sociedade cujo único objectivo é auto-perpetuarem-se.
Obviamente nem toda a gente é como descrevi (apesar de arriscar que todos os sindicatos o são) mas o ponto onde quero chegar é que não podemos querer ou amditir que um modelo social "sueco" altamente solidário e redistributivo funcione em Portugal como funciona noutros países. Porque as culturas muito simplesmente são diferentes.
Era a mesma coisa que agora a ASAE obrigar as pessoas a comer com pauzinhos. Há que adaptar a realidade das necessidades, que admito que as há, à realidade do país.
(Prometo que foi o último post de política de 2011 :p)
terça-feira, 6 de dezembro de 2011
Não custa pedir...
Primeira, agora toda a gente gosta muito de fado, ouve fado, sempre foi um fã de fado desde pequenino. Há fado no metro, há cartazes na rua. Daqui a 6 meses já ninguém se vai lembrar do fado.
Segunda, mal o fado é património imaterial da Humanidade espetam logo outra candidatura, a do cante alentejano (ah?!). Português é assim mesmo, dá-se a mão pede logo o braço. Vamos lá ter noção do ridículo.
PS: actualizei o interface do blogger...Nota-se algumas coisas diferentes mas nada de material acho eu...
quinta-feira, 1 de dezembro de 2011
Restaurantes com IVA a 23%
Já repararam o quanto hipócritas são os empresários portugueses do sector da restauração? Para tentar evitar a sua “desgraça” agitam com a bandeira dos despedimentos, com o aprofundar da já actual crise do sector e a última é a greve de “boas práticas” (se não é assim é parecido) afirmando que deixarão de se preocupar em cumprir as suas obrigações fiscais... Mas desde quando é que se preocuparam com isso?
Não quero dizer que devemos pensar, já que fogem aos impostos vamos aumentar-lhes as taxas, mas todos sabemos que a restauração foge escandalosamente aos impostos (e a culpa, em parte, é nossa que não pedimos factura do café, falo a sério!) quer o IVA seja a 13% ou 23%.
E já agora um cálculo simples: o meu almoço de “trabalho” custa-me 4,5€, vai passar a custar 4,9€, dá uma despesa adicional de 8,8€/mês, não é dramático. Um jantar ao fim-de-semana custa-me 15€, passará a 16,33€... Descansem senhores empresários da restauração, também vou continuar a jantar fora, eu e todos os portugueses que já antes o faziam!
By the way: na quarta fomos ao Cafeína Wine and Tapas... Ui, ui, que bom! A comida impecável, e o ambiente melhor: apesar dos 10Cº, comemos na esplanada ao lado do aquecedor a gás. Morcela com maçã cozida, folhado de alheira com compota picante e porco preto com migas de tomate. Recomendo, é top!