“Years back, my father had the life philosophy that he was young and poor so he might as well do whatever he wants.
Now, my father has the philosophy that he’s old and rich so he might as well do whatever he wants.
Either way, I think he’s got it right.”
...Demasiada filosofia?
quarta-feira, 22 de junho de 2011
segunda-feira, 20 de junho de 2011
Crisis Management
Só uma nota.
Vi mais uma vez esta palavra escrita algures e pensei, “é desta”. Este é dos conceitos mais intrigantes para mim. Como raio se gere uma crise, seja ela de que natureza for, se (quase) por definição uma crise é imprevisível?! Não se deve aceitar todos os efeitos de uma crise como inevitáveis, mas pensar que se pode prever e resolver todos os danos de tal acontecimento é igualmente insensato. Damage control, isso sim é um conceito que me é bem mais querido.
Vi mais uma vez esta palavra escrita algures e pensei, “é desta”. Este é dos conceitos mais intrigantes para mim. Como raio se gere uma crise, seja ela de que natureza for, se (quase) por definição uma crise é imprevisível?! Não se deve aceitar todos os efeitos de uma crise como inevitáveis, mas pensar que se pode prever e resolver todos os danos de tal acontecimento é igualmente insensato. Damage control, isso sim é um conceito que me é bem mais querido.
sexta-feira, 17 de junho de 2011
Playlist
Corrida!! Alguns de nós vamos participar na corrida de S. João. Eu ainda estou em dúvida devido a lesão mas de qualquer forma já estive a preparar a minha playlist para quem quiser copiar!

Aqui fica:
Os primeiros 10 minutos serão de XX (the intro), WhoMadeWho e Joy Division, para aquecer as pernas...
Depois, até os 45 minutos ,vai ser ao som de Artic Monkeys e Bloc Party. A partir daí prevejo já ir meio morto e vou recorrer a Black keys, Fischerspooner e Kasabian.
Se no final da “Vlad The Impaler” ainda não tiver terminado, estarei em maus lençóis e recorro a TV on The Rádio e HotChip. A última música, já na 1h30m é...Jimi Hendrix (para ouvir na ambulância).
PS: Factores adicionais de dificuldade: é no dia a seguir ao festejo do meu aniversário por isso terei mais um ano, mais uns kgs e menos umas horas de sono...No pain, no game.
Aqui fica:
Os primeiros 10 minutos serão de XX (the intro), WhoMadeWho e Joy Division, para aquecer as pernas...
Depois, até os 45 minutos ,vai ser ao som de Artic Monkeys e Bloc Party. A partir daí prevejo já ir meio morto e vou recorrer a Black keys, Fischerspooner e Kasabian.
Se no final da “Vlad The Impaler” ainda não tiver terminado, estarei em maus lençóis e recorro a TV on The Rádio e HotChip. A última música, já na 1h30m é...Jimi Hendrix (para ouvir na ambulância).
PS: Factores adicionais de dificuldade: é no dia a seguir ao festejo do meu aniversário por isso terei mais um ano, mais uns kgs e menos umas horas de sono...No pain, no game.
terça-feira, 14 de junho de 2011
X-men: First class
O que dizer sobre o último filme da saga?! Para já, que não é o último mas o "primeiro". Achei engraçado como entretenimento e obviamente essencial para quem é fã das comics mas não trás nada de novo aos outros. Ainda por cima este deixa de fora o Wolverine (!!) à excepção de um clip que não demora mais de 2 segundos! Será que o Hugh Jackman exagerou no cachet que pediu?
De resto os efeitos especiais continuam muito bons e são duas horas de boa diversão!
(Para ser sincero acabamos por ir ver este filme porque o "Árvore da Vida" já estava esgotado. São os dois parecidos não são?!)
domingo, 12 de junho de 2011
ALL OF THE LIGHTS, ALL OF THE LIGHTS!!!!!!!!!!!!!!!
Este senhor é um génio. Kanye com um dream team que inclui Rihanna, Kid Cudi, Fergie, John Legend, Alicia Keys, La Roux, etc, e o resultado é espectacular. Para ver ou rever, com o som no máximo.
Disclosure: vou criticar o maior fenómeno do mundo contemporâneo, um sucesso entre miúdos e graúdos, uma enorme fonte de receitas, um propulsor de revoltas pró-democracia e ,mais importante de tudo, algo que não conheço bem: o Facebook.
Podem arremessar-me com os vossos argumentos mas quando lerem os meus baixem a guarda e digam-me o que vos faz estar no Facebook.
É certo que o Facebook é aquilo que nos quisermos que seja, depende do uso que lhe dermos mas a meu ver não passa de uma invenção fruto de uma casualidade, que depois foi aproveitada para satisfazer uma necessidade que ninguém tinha. Sim, verbo ter no pretério perfeito, porque agora já todos têm essa necessidade. Estão a ver os tablets? Ninguém precisava deles até alguém os inventar e o Facebook seguiu a mesma lógica. Quem viu o filme (muito bom!!) viu que a ideia era apenas arranjar uma companhia feminina, dito de forma simpática, mas a criação tornou-se num fenómeno e acabou por ficar descontrolada!
Detesto parecer-me com os velhotes rezingões mas se já tínhamos os e-mails, blogs, sites etc para quê o Facebook? Não consigo perceber e vocês já perceberam que não tenho conta nesta... nesta... Ah! Nesta “rede social”. Eu sou muito social, tenho 1.000 amigos, não conheço 500 deles, 200 não me conhecem a mim, nunca falei pessoalmente com os outros 200 e os 100 que restam nem sei muito bem como foram adicionados. E o pior é a cara de gozo/estupefacção quando digo que não tenho conta.
Tiago, viste as fotos das minhas férias?
Não, nem sabia que tinhas ido de férias.
Mas eu avisei no meu mural!! Vai ver as fotos.
Mas não tenho conta no Facebook.
?!!!?!!!?!!! O quê?! Oh pah, então deixa lá. Mas tenho pena que não possas ver.
Manda-me por mail ou põe no dropbox ou mostra-me no computador.
Oh... Abre mas é uma conta, deixa de ser antiquado!
E acabo por não ver fotos nenhumas...
Sim, dá para encontrar amigos que não vemos desde a escola primária. Precisamente aqueles que se encontrar-mos na rua fazemos de conta que não os conhecemos só para evitar a conversa de circunstância. Precisamente aqueles que vamos adicionar como amigos mas que nem nos passa pela cabeça combinarmos um jantar (uma hora a teclar serve perfeitamente o mesmo fim).
Conheço muita gente que faz uma utilização moderada e “racional” do Facebook mas também conheço outros tantos que são Facebook-dependentes, que de 5 em 5 minutos estão a actualizar o seu perfil através do iPhone, a fazer comentários sobre o estado do tempo ou de qualquer outra banalidade. Estou a almoçar, agora estou a trabalhar, agora vou sair do trabalho, agora espirrei. A não ser que sejam uma rock-star, ninguém quer saber, ok?!
Se fizessem um estudo para saber quantas horas as pessoas gastam (desperdiçam) do Facebook e um perfil social das pessoas que mais o usam de certeza que os resultados seriam surpreendentes Gastam não só uma boa parte do seu tempo livre como também gastam o tempo que não têm, prejudicando quem lhes é realmente próximo e o seu trabalho. Em termos de perfil social e psicológico penso que os resultados mostrariam uma pessoa insegura de si mesmo, com poucas ligações afectivas e uma vida profissional pouco ambiciosa ou mal sucedidos. Haverá excepções, mas não passarão disso mesmo: excepções.
O ano de 2010 e as revoluções no continente africano trouxeram um argumento de peso aos defensores do Facebook: sem esta rede social não seria possível coordenar diversos movimentos pró-democracia e tornar estas revoluções bem sucedidas. Pois bem, se me disserem que facilitaram as revoluções posso aceitar, mas tornar as redes sociais a base destas revoluções é algo que discordo totalmente. Em 74 tivemos uma revolução portuguesa e nem internet havia... Pôs-se a tocar a Grândola Vila Morena e resolveu-se o problema!!
Uma coisa é certa, há muita gente a ganhar dinheiro com esta rede social, já nem vou falar do Mark Zuckerberg, refiro-me antes às várias empresas que já marcam presença no Facebook. A essas não interessa a utilidade real do Facebook, interessa-lhes estar presente, perto dos seus consumidores, disfarçarem-se de utilizadores comuns, influenciar o consumo de forma subliminar e conseguirem assim chegar ao tipo de consumidores que mais lhes interessa, que facilmente se identificam com os produtos e serviços que comercializam e que com a rapidez de um click já lhes estão a aumentar a facturação.
Fazem muito bem, as empresas, entenda-se.
O que pretendo defender é que o Facebook é algo que se alimentou a si mesmo, cresceu desmesuradamente e espanta-me o papel que passou a desempenhar na vida de muita gente. No futuro estou curioso para ver o que vai acontecer: irá desaparecer da mesma forma que apareceu, rápida e inesperadamente? Que outras funcionalidades poderá ainda vir a oferecer no futuro aos seus “aderentes”? Tornar-se-á num colosso da era da Internet fazendo a Google ou o Yahoo parecerem micro-empresas? A estreia em bolsa resultará noutra bolha dot-com?
Veremos, cá estarei para defender o meu ponto de vista e disposto a reconhecer que estava errado, se o futuro assim o provar.
Só para não parecer que sou do contra e que só digo mal, gostei mesmo do filme. Da interpretação e do argumento.
quinta-feira, 9 de junho de 2011
Queens Club Tournment

Se este não é o torneio de ténis com mais british style então não sei qual é! Roland Garros é grande mas este tem muito, muito mais estilo.
Este ano há duas novidades: o Andy Rodick joga com meias iguais às mulheres pelos tornozelos e com as pernas depiladas. Diz que estava farto de só olharem para a pernas da mulher dele. :) É só para vos mostrar que não é assim tão amaricado depilar as pernas!
Outra novidade: a Pippa Middleton está a marcar presença no evento e está a chamar mais a atenção que os próprios jogadores... É impressão minha ou esta tipa já é mais famosa que a irmã? Haja paciência!!
Quanto o torneio propriamente dito, só á destacar a eliminação do Del Potro diante de um tal de Mannarino. E só espero que o Nadal não vá muito longe para depois não chegar a Wimbledon cheio de peito.
Mais do que comércio
Vi este texto numa newsletter de uma loja de discos, a Flur. Parece que a última coisa que têm em vista é vender discos. E isto deve fazer com que vendam muitos discos. Pelo menos, a maneira como escrevem faz-me sempre ter curiosidade de ler em vez de deitar fora como faço com 99% das newsletters que recebo. Musica e reflexão. E às vezes penso, algo mais.
"novo capítulo nas nossas vidas,
mas também é verdade que a mudança de governo
pode significar, para muitos,
o mesmo que a mudança de ano:
é só o dia seguinte, nem mais nem menos.
a reflexão não é gratuita,
na medida em que cada vez mais aceitamos a história passada
como um fluxo contínuo, cumulativo,
de acções, reacções, com a única constante do tempo a passar.
é assim que, cada vez mais também,
recebemos a música que nos chega.
se o tempo dá perspectiva,
mais tempo dá mais perspectiva,
e assim parece natural apreciarmos de forma mais apurada
não só música feita há décadas
como também música nova que se reporta a décadas passadas.
trabalhamos com a escuta apurada ao mesmo nível para todos os casos,
a procura do que não conhecemos não tem limite de época,
e por isso apresentamos as nossas sugestões
sem excessiva preocupação de actualidade.
a semana é forte em propostas mais electrónicas,
uma casualidade que, no fundo,
obedece tanto ao timing dos discos que nos vão chegando
como às habituais fases por que passa toda a gente que ouve seriamente música.
divirtam-se na nova realidade mas não se esqueçam de que alguém
já fez ou disse mais ou menos aquilo que hoje fazemos ou dizemos.
o primeiro passo para uma fruição completa e humilde da música é reconhecer isso.
os hypes são obra do demónio."
PS: Já agora, Animal Colective, 27 de Julho no CCB...Anyone??
"novo capítulo nas nossas vidas,
mas também é verdade que a mudança de governo
pode significar, para muitos,
o mesmo que a mudança de ano:
é só o dia seguinte, nem mais nem menos.
a reflexão não é gratuita,
na medida em que cada vez mais aceitamos a história passada
como um fluxo contínuo, cumulativo,
de acções, reacções, com a única constante do tempo a passar.
é assim que, cada vez mais também,
recebemos a música que nos chega.
se o tempo dá perspectiva,
mais tempo dá mais perspectiva,
e assim parece natural apreciarmos de forma mais apurada
não só música feita há décadas
como também música nova que se reporta a décadas passadas.
trabalhamos com a escuta apurada ao mesmo nível para todos os casos,
a procura do que não conhecemos não tem limite de época,
e por isso apresentamos as nossas sugestões
sem excessiva preocupação de actualidade.
a semana é forte em propostas mais electrónicas,
uma casualidade que, no fundo,
obedece tanto ao timing dos discos que nos vão chegando
como às habituais fases por que passa toda a gente que ouve seriamente música.
divirtam-se na nova realidade mas não se esqueçam de que alguém
já fez ou disse mais ou menos aquilo que hoje fazemos ou dizemos.
o primeiro passo para uma fruição completa e humilde da música é reconhecer isso.
os hypes são obra do demónio."
PS: Já agora, Animal Colective, 27 de Julho no CCB...Anyone??
sábado, 2 de abril de 2011
terça-feira, 8 de março de 2011
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