sexta-feira, 7 de maio de 2010

Data Feliz

Hoje o nosso grande editor de desporto e política completa mais um aniversário!!!
Da minha parte, os meus sinceros parabéns!!!

Um grande Abraço

segunda-feira, 3 de maio de 2010

Revista Dragões

A pedido de muita gente aqui fica a entrevista que concedi ao único órgão de comunicação social 100% credível em Portugal, a Revista DRAGÕES.




segunda-feira, 26 de abril de 2010

Campeonato de Hóquei em Patins

No passado sábado o FC Porto conquistou pela 9ª vez consecutiva o Campeonato Nacional de Hóquei em Patins. Faltam ainda disputar 5 jogos mas os 17 pontos de avanço para o 2º classificado permitem que os Dragões festejem novamente o título. No jogo que culminou com a festa o FC Porto deslocou-se a Oliveira de Azeméis sempre protegido pelos seus adeptos (cerca de 50) que ajudaram a equipa a conquistar mais uma vitória e a fechar as contas do campeonato quanto ao 1º lugar. Deixo algumas fotos do jogo e mesmo da festa que se transferiu da pista, primeiro para os balneários e depois para um restaurante do Cais de Gaia.









terça-feira, 13 de abril de 2010

Cidades Gémeas

Foi encontrada uma cidade gémea de Lisboa. Fica a 321km de Berlim e a 422km de Munique. Fica uma foto que prova a sua existência.

sexta-feira, 2 de abril de 2010

Por falar em publicidade de qualidade...



O ganhador do Oscar de animação em 2010. O vídeo mostra uma situação engraçada envolvendo inúmeras marcas famosas...

sexta-feira, 26 de março de 2010

Arte.



O realizador chama-se Ben Briand e a meu ver fez aqui um grande trabalho!
É arte, nem devia de se chamar publicidade... Entretanto estou a tentar saber mais algumas coisas sobre este australiano de 30 anos.

domingo, 14 de março de 2010

Payback time




A indústria financeira é umas das que mais riqueza gera no mundo e cujos tentáculos se estendem a quase tudo.
Foi essa indústria uma das culpadas da crise dos últimos anos. Convém dizer que não foi a única já que enfrentamos uma recessão cíclica que não foi provocada apenas pelo subprime norte-americano. Mas a verdade é que essa mesma indústria financeira que ajudou a enterrar quase uma década de crescimento económico foi a mesma que depois foi ajudada pelos governos nacionais dos diversos países. E agora, esses grandes bancos, já revitalizados, têm negociado nos mercados financeiros produtos derivados de dívida soberana, como os credit defaults swaps, que basicamente apostam na falência de países como a Grécia, Portugal ou Espanha. Como se isso não bastasse as agências de rating avisam os países de possíveis downgrades (tendo já descido a notação mesmo no caso grego), como a Portugal, o que basicamente significa que os juros que pagamos vão subir.

De um modo simples, o que se assiste é que a indústria financeira está a morder na mão (do Governo) que há uns meses lhe deu de comer, que a salvou da falência eminente. É muito bem feita e deviam ficar sem a mão, tiveram o que mereceram. Quando eu vejo um cão acorrentado e espumar pela boca e a ladrar violentamente a última coisa em que penso é em chegar-me perto. Os Estados chegaram perto e puseram um pratinho com um bife suculento e cheio de proteínas... O cão ganhou força, partiu as correntes e atacou os Estados... Óbvio.

A solução seria deixar morrer esses cães raivosos, mas enfim, as pessoas que passam na rua (eleitores) poderiam ver aquela cena e achar que os Estados estavam simplesmente a ser cruéis e ainda perderiam as eleições o que é uma maçada.

Pois, what goes around comes around...

Apita o comboio à beira do mar




Esta é uma das coisas que me irritam solenemente...Há meio ano toda a gente era contra o TGV, um projecto acarinhado pelo actual Governo mas que muitos consideravam (já vão perceber o tempo verbal) um gasto inútil e gerador de mais encargos sobre as gerações futuras. Concordo inteiramente e só alguém sem conhecimento das finanças do nosso pais poderá discordar. Mas agora com PEC começo a ler nos jornais algo estranho. O Governo decide adiar o projecto de alta velocidade (aléluiaaa) e levantam-se inúmeras vozes contra este facto, porque geraria muitos postos de trabalho etc etc. Não vou discutir aqui o racional de cada argumento, quero apenas fazer notar que não se pode estar sempre “no contra”. Ou se defende o TGV (ou qualquer outro projecto) ou não, independente se estarmos correctos ou não. Estar simplesmente contra as decisões do Governo não é uma posição em si, apenas mostra tacanhez e falta de espírito crítico.



Não resisto a deixar alguns comentários relativamente ao TGV em particular. As ligações Porto-Vigo e Lisboa-Porto foram adiadas mas a Lisboa-Madrid não, estando já em curso a sua construção. É impressão minha ou as ligações aéreas, ferroviárias e rodoviárias (até marítimas se as houvesse...) Lisboa-Madrid são bem melhores que as Porto-Vigo (relativamente às Lisboa-Porto tenho dúvidas)?! Ou seja vai-se começar por construir ligações para as quais já existem infra-estruturas razoáveis e adiar ligações que ainda têm muitas carências. Como vocês sabem eu não tenho complexos de inferioridade por ser nortenho mas acho isto inaceitável...


E começou-se já a todo o vapor com Lisboa-Vigo, porque em Portugal quando se inicia uma obra já é muito mais difícil embargá-la ou pará-la. Isto acontece nas obras públicas e na construção civil. Assenta-se tijolos e alcatrão primeiro, faz-se as perguntas depois, as coisas já estão a andar e ninguém terá coragem de as interromper...até quando?

Um título de uma coluna do Diário Económico dizia no outro dia “Um keynesiano na penúria é um liberal”. Não podia estar mais de acordo, quem não tem dinheiro não tem vícios, se o Estado não tem dinheiro não gasta, nada é mais básico que isto.

Andamos a brincar com coisas sérias.

sábado, 6 de março de 2010

O nosso fado não é este.



Vem isto a propósito de uma análise que li no jornal Público e que analisava alguns dados de Portugal entre 1990 e 2008.

Como será que nós, os desgraçados de sempre, evoluímos em vários aspectos nos últimos anos?
Para começar, o mais importante: saúde. O número de médicos por cada 100.000 habitantes aumentou 30% (são 366 médicos para cada 100.000) e a taxa de mortalidade infantil caiu de 11 para 3 por cada mil crianças o que me parece francamente bom e num nível difícil de melhorar.
O número de crianças matriculadas na pré-primária quase duplicou apesar de haver menos crianças, o número de alunos no secundário aumentou (embora menos) e os diplomados aumentaram de 4% para 11,5% (por exemplo, o número de advogados quase triplicou em 20 anos!). O número de trabalhadores no sector primário é hoje metade do que em 1990 e até no sector secundário houve uma redução da população empregada sendo transferida para o sector dos serviços tipicamente mais qualificado e com mais valor acrescentado. O salário mínimo nacional cresceu 22% já descontando a inflação e, só mais um pormenor: os consumidores de espectáculos e cultura em geral aumentou 3.800%.

Tudo isto para quê?! Para defender o meu ponto de vista de que estamos já muito bem, mas infelizmente valoriza-se sempre mais o que ainda está para conquistar do que o já foi feito. Se a comparação fosse feita desde 1974 ainda veríamos uma evolução mais radical e surpreendente mas gosto de pensar que todas estas melhorias ocorreram no mesmo intervalo de tempo em que nós fizemos a nossa escolaridade, desde o infantário até à faculdade, só para termos uma referência mais concreta. Não é fantástico o que se conseguiu?

Temos tão maus governantes, os portugueses são uns preguiçosos e retrógrados, vivemos num país sem a mínima relevância a nível internacional em todos os aspectos (à excepção do desporto?!) e mesmo assim estamos a viver melhor.
Algo não bate certo e o que não bate certo tem a ver em parte com a imagem que temos de nós próprios, da mania da auto-comiseração e de ser mas fácil criticar tudo e todos sem analisar todos os factos.
A propósito, vou fazer isso mesmo: o que disse em cima é muito bom mas tenho que reconhecer que a justiça continua muito lenta (talvez ainda mais lenta), a corrupção agrava-se, o endividamento público e privado é no mínimo preocupante e os diplomados são diplomados mas nem por isso arranjam emprego digno.

É certo que há muito fazer mas já muito foi feito, é preciso valorizar isso, motivarmo-nos com os nossos próprios sucessos e inspirarmo-nos nisso para continuar a melhorar. Criticar construtivamente e lutar contra a passividade. Temos bons exemplos em Portugal, desde políticos portugueses em altos cargos internacionais (quer se goste deles ou não, Guterres, Sampaio e Barroso deveriam ser motivo de orgulho nacional) empresas portuguesas admiradas (e temidas!!) em todo o mundo como a EDP, Sonae, Cimpor, PT até a nossa produção cultural é apreciada (veja-se os preços que os quadros da Paula Rêgo ou as peças da Joanas Vasconcelos atingem nos mais prestigiados leilões) já para não falar nos sucessos desportivos.

Para finalizar: é preciso recordar do que somos capazes, ter ânimo, optimismo, coragem e espírito de sacrifício para levar Portugal para a frente, agora mais do que nunca!

terça-feira, 2 de fevereiro de 2010

É hoje!



Hoje é dia de rock e o "tenrinho" do nosso amigo André vai tirar a cera dos ouvidos.
Algo me diz que vai sair de lá um homem novo! É rock!