
segunda-feira, 26 de abril de 2010
Campeonato de Hóquei em Patins
No passado sábado o FC Porto conquistou pela 9ª vez consecutiva o Campeonato Nacional de Hóquei em Patins. Faltam ainda disputar 5 jogos mas os 17 pontos de avanço para o 2º classificado permitem que os Dragões festejem novamente o título. No jogo que culminou com a festa o FC Porto deslocou-se a Oliveira de Azeméis sempre protegido pelos seus adeptos (cerca de 50) que ajudaram a equipa a conquistar mais uma vitória e a fechar as contas do campeonato quanto ao 1º lugar. Deixo algumas fotos do jogo e mesmo da festa que se transferiu da pista, primeiro para os balneários e depois para um restaurante do Cais de Gaia.








terça-feira, 13 de abril de 2010
Cidades Gémeas
sexta-feira, 2 de abril de 2010
Por falar em publicidade de qualidade...
O ganhador do Oscar de animação em 2010. O vídeo mostra uma situação engraçada envolvendo inúmeras marcas famosas...
sexta-feira, 26 de março de 2010
Arte.
O realizador chama-se Ben Briand e a meu ver fez aqui um grande trabalho!
É arte, nem devia de se chamar publicidade... Entretanto estou a tentar saber mais algumas coisas sobre este australiano de 30 anos.
domingo, 14 de março de 2010
Payback time

A indústria financeira é umas das que mais riqueza gera no mundo e cujos tentáculos se estendem a quase tudo.
Foi essa indústria uma das culpadas da crise dos últimos anos. Convém dizer que não foi a única já que enfrentamos uma recessão cíclica que não foi provocada apenas pelo subprime norte-americano. Mas a verdade é que essa mesma indústria financeira que ajudou a enterrar quase uma década de crescimento económico foi a mesma que depois foi ajudada pelos governos nacionais dos diversos países. E agora, esses grandes bancos, já revitalizados, têm negociado nos mercados financeiros produtos derivados de dívida soberana, como os credit defaults swaps, que basicamente apostam na falência de países como a Grécia, Portugal ou Espanha. Como se isso não bastasse as agências de rating avisam os países de possíveis downgrades (tendo já descido a notação mesmo no caso grego), como a Portugal, o que basicamente significa que os juros que pagamos vão subir.
De um modo simples, o que se assiste é que a indústria financeira está a morder na mão (do Governo) que há uns meses lhe deu de comer, que a salvou da falência eminente. É muito bem feita e deviam ficar sem a mão, tiveram o que mereceram. Quando eu vejo um cão acorrentado e espumar pela boca e a ladrar violentamente a última coisa em que penso é em chegar-me perto. Os Estados chegaram perto e puseram um pratinho com um bife suculento e cheio de proteínas... O cão ganhou força, partiu as correntes e atacou os Estados... Óbvio.
A solução seria deixar morrer esses cães raivosos, mas enfim, as pessoas que passam na rua (eleitores) poderiam ver aquela cena e achar que os Estados estavam simplesmente a ser cruéis e ainda perderiam as eleições o que é uma maçada.
Pois, what goes around comes around...
Apita o comboio à beira do mar

Esta é uma das coisas que me irritam solenemente...Há meio ano toda a gente era contra o TGV, um projecto acarinhado pelo actual Governo mas que muitos consideravam (já vão perceber o tempo verbal) um gasto inútil e gerador de mais encargos sobre as gerações futuras. Concordo inteiramente e só alguém sem conhecimento das finanças do nosso pais poderá discordar. Mas agora com PEC começo a ler nos jornais algo estranho. O Governo decide adiar o projecto de alta velocidade (aléluiaaa) e levantam-se inúmeras vozes contra este facto, porque geraria muitos postos de trabalho etc etc. Não vou discutir aqui o racional de cada argumento, quero apenas fazer notar que não se pode estar sempre “no contra”. Ou se defende o TGV (ou qualquer outro projecto) ou não, independente se estarmos correctos ou não. Estar simplesmente contra as decisões do Governo não é uma posição em si, apenas mostra tacanhez e falta de espírito crítico.
Não resisto a deixar alguns comentários relativamente ao TGV em particular. As ligações Porto-Vigo e Lisboa-Porto foram adiadas mas a Lisboa-Madrid não, estando já em curso a sua construção. É impressão minha ou as ligações aéreas, ferroviárias e rodoviárias (até marítimas se as houvesse...) Lisboa-Madrid são bem melhores que as Porto-Vigo (relativamente às Lisboa-Porto tenho dúvidas)?! Ou seja vai-se começar por construir ligações para as quais já existem infra-estruturas razoáveis e adiar ligações que ainda têm muitas carências. Como vocês sabem eu não tenho complexos de inferioridade por ser nortenho mas acho isto inaceitável...
E começou-se já a todo o vapor com Lisboa-Vigo, porque em Portugal quando se inicia uma obra já é muito mais difícil embargá-la ou pará-la. Isto acontece nas obras públicas e na construção civil. Assenta-se tijolos e alcatrão primeiro, faz-se as perguntas depois, as coisas já estão a andar e ninguém terá coragem de as interromper...até quando?
Um título de uma coluna do Diário Económico dizia no outro dia “Um keynesiano na penúria é um liberal”. Não podia estar mais de acordo, quem não tem dinheiro não tem vícios, se o Estado não tem dinheiro não gasta, nada é mais básico que isto.
Andamos a brincar com coisas sérias.
sábado, 6 de março de 2010
O nosso fado não é este.

Vem isto a propósito de uma análise que li no jornal Público e que analisava alguns dados de Portugal entre 1990 e 2008.
Como será que nós, os desgraçados de sempre, evoluímos em vários aspectos nos últimos anos?
Para começar, o mais importante: saúde. O número de médicos por cada 100.000 habitantes aumentou 30% (são 366 médicos para cada 100.000) e a taxa de mortalidade infantil caiu de 11 para 3 por cada mil crianças o que me parece francamente bom e num nível difícil de melhorar.
O número de crianças matriculadas na pré-primária quase duplicou apesar de haver menos crianças, o número de alunos no secundário aumentou (embora menos) e os diplomados aumentaram de 4% para 11,5% (por exemplo, o número de advogados quase triplicou em 20 anos!). O número de trabalhadores no sector primário é hoje metade do que em 1990 e até no sector secundário houve uma redução da população empregada sendo transferida para o sector dos serviços tipicamente mais qualificado e com mais valor acrescentado. O salário mínimo nacional cresceu 22% já descontando a inflação e, só mais um pormenor: os consumidores de espectáculos e cultura em geral aumentou 3.800%.
Tudo isto para quê?! Para defender o meu ponto de vista de que estamos já muito bem, mas infelizmente valoriza-se sempre mais o que ainda está para conquistar do que o já foi feito. Se a comparação fosse feita desde 1974 ainda veríamos uma evolução mais radical e surpreendente mas gosto de pensar que todas estas melhorias ocorreram no mesmo intervalo de tempo em que nós fizemos a nossa escolaridade, desde o infantário até à faculdade, só para termos uma referência mais concreta. Não é fantástico o que se conseguiu?
Temos tão maus governantes, os portugueses são uns preguiçosos e retrógrados, vivemos num país sem a mínima relevância a nível internacional em todos os aspectos (à excepção do desporto?!) e mesmo assim estamos a viver melhor.
Algo não bate certo e o que não bate certo tem a ver em parte com a imagem que temos de nós próprios, da mania da auto-comiseração e de ser mas fácil criticar tudo e todos sem analisar todos os factos.
A propósito, vou fazer isso mesmo: o que disse em cima é muito bom mas tenho que reconhecer que a justiça continua muito lenta (talvez ainda mais lenta), a corrupção agrava-se, o endividamento público e privado é no mínimo preocupante e os diplomados são diplomados mas nem por isso arranjam emprego digno.
É certo que há muito fazer mas já muito foi feito, é preciso valorizar isso, motivarmo-nos com os nossos próprios sucessos e inspirarmo-nos nisso para continuar a melhorar. Criticar construtivamente e lutar contra a passividade. Temos bons exemplos em Portugal, desde políticos portugueses em altos cargos internacionais (quer se goste deles ou não, Guterres, Sampaio e Barroso deveriam ser motivo de orgulho nacional) empresas portuguesas admiradas (e temidas!!) em todo o mundo como a EDP, Sonae, Cimpor, PT até a nossa produção cultural é apreciada (veja-se os preços que os quadros da Paula Rêgo ou as peças da Joanas Vasconcelos atingem nos mais prestigiados leilões) já para não falar nos sucessos desportivos.
Para finalizar: é preciso recordar do que somos capazes, ter ânimo, optimismo, coragem e espírito de sacrifício para levar Portugal para a frente, agora mais do que nunca!
terça-feira, 2 de fevereiro de 2010
É hoje!
quinta-feira, 21 de janeiro de 2010
Bugatti Veyron vs. Eurofighter Typhoon
Confesso que não sou daqueles tipos que sabem tudo sobre carros, aliás não sei mesmo quase nada sobre carros.
No entanto, nos últimos tempos tenho-me tornado quase indefectível do programa Top Gear, que passa no Discovery, e até tenho aprendido alguma coisinha. Não se trata de um programa de carros como os outros mas deixo-vos este momento para entenderem o essencial do que por lá se faz.
No entanto, nos últimos tempos tenho-me tornado quase indefectível do programa Top Gear, que passa no Discovery, e até tenho aprendido alguma coisinha. Não se trata de um programa de carros como os outros mas deixo-vos este momento para entenderem o essencial do que por lá se faz.
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domingo, 17 de janeiro de 2010
NY no seu melhor II
Ah, deixem-me fazer uns comentários/correcções :
1. Já houve um "dia sem calças no metro" em Lisboa, por isso não somos assim tão cinzentos :)
2. Este tipo de fenómenos, assim como aquele do post do Delindro, da Oprah, dão-se pelo nome de Flash Mob, movimentos espontâneos da população... Mas não se deixem enganar é mais difícil de organizar do que parece...
3. Nos EUA que organiza isso formalmente é um grupo chamado Improv anywhere.
4. Deixo-vos mais duas amostras: um “congelamento” de 200 pessoas na Grand Central e um "loop " de uma cena num qualquer Starbucks dos EUA...
1. Já houve um "dia sem calças no metro" em Lisboa, por isso não somos assim tão cinzentos :)
2. Este tipo de fenómenos, assim como aquele do post do Delindro, da Oprah, dão-se pelo nome de Flash Mob, movimentos espontâneos da população... Mas não se deixem enganar é mais difícil de organizar do que parece...
3. Nos EUA que organiza isso formalmente é um grupo chamado Improv anywhere.
4. Deixo-vos mais duas amostras: um “congelamento” de 200 pessoas na Grand Central e um "loop " de uma cena num qualquer Starbucks dos EUA...
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