quinta-feira, 24 de dezembro de 2009
Bom Natal
domingo, 20 de dezembro de 2009
A minha primeira...

Caixa de ferramentas!
Afinal um homem não se torna homem quando faz uma mulher tornar-se mulher, you know what I mean. Um homem torna-se homem quando tem a sua própria caixa de ferramentas!! E foi mesmo isso que acabou de acontecer comigo!
Foi este fim-de-semana, fiz-me acompanhar do meu progenitor (licenciado e doutorado em bricolage) e fomos ao Leroy Merlin comprar todos os instrumentos que algum dia vou precisar e talvez (?!) um dia hei-de aprender a manuseá-los com mestria. Chaves de parafuso, chaves umbraco, busca-pólos, lima, martelo, alicates luvas, parafusos, buchas, fita métrica e até uma elegante caixa para acondicionar tudo direitinho! Liiindo!! Ah, e a master piece: um fantástico bErBeQuIm! Aliás a história do berbequim é engraçada porque tivemos que pedir ajuda a um funcionário do Leroy para ajudar-nos a escolher. Foi mais ou menos assim:
(Pai) – Precisávamos de comprar um berbequim aqui para o meu filhote. (dito de forma muito orgulhosa)
(Funcionário) – Que género de berbequim? (pensando: disse um berbequim para esse miúdo que está aí consigo?!Ah?!)
(Pai) – Um que tenha boa relação preço-qualidade.
(Funcionário) – Temos estes dois muito bons. (pensando: acha mesmo que o seu filho com cara de betinho, roupita de marca e mãos branquinhas vai algum dia pegar numa ferramenta?? Em que mundo é que vive?!)
(Pai) – Eu acho aquele melhor, mas tu é que sabes, XXXXX!
(XXXXX) – Hum, acho que vou para o mais barato. (pensando: deve servir, só o vou usar para pendurar dois quadros e depois fica a ganhar raízes na garagem para toda a eternidade!)
(Funcionário) – Esse é uma boa escolha! (pensando: vi logo que eras um betinho, enfim, a minha comissão de venda é que já não escapa, tanso!)
E pronto, lá vim eu embora todo orgulhoso com a minha caixa de ferramentas e mais leve muitos euros!
Quando saí de casa era um miúdo, quando voltei era um Homem!!
(Um destes dias conto-vos a minha primeira vez... na bricolage)
Acordo de Copenhaga
E pronto a cimeira do clima chegou ao fim. Os países em conferência concordaram em "tomar nota" do acordo em vez de o aceitarem formalmente, ou seja as regras definidas não são vinculativa. É impressão minha ou isto é simplesmente inaceitável?! A culpa não é dos países ricos nem dos pobres, é de todos porque todos estão no mesmo planeta. Em Novembro de 2010 espera-se que se chegue a um consenso na conferência do México. Mas se hoje já pode ser tarde, daqui a um ano ainda mais tarde será, o clima não espera pelos caprichos da Humanidade...
segunda-feira, 14 de dezembro de 2009
RIP Paul Samuelson
Foi ontem...
Recebi o seguinte e-mail:
"Paul Anthony Samuelson, Prémio Nobel da Economia em 1970 e um dos economistas mais conhecidos em todo o mundo, sobretudo entre os estudantes, morreu hoje aos 94 anos, anunciou o Massachusetts Institute of Technology (MIT), onde era professor desde há mais de 60 anos.
Samuelson, cujo trabalho é reconhecido como um dos mais importantes para a formação da economia moderna, utilizou a análise matemática para estabelecer o equilíbrio entre os preços, a oferta e a procura de bens e serviços.
Samuelson, um defensor do comércio livre, foi o primeiro norte-americano a receber o Nobel da Economia, em 1970 (segundo ano do prémio), tendo sido o economista mais reputado e influente nos Estados Unidos desde 1930 até aos anos 60.
A atribuição do Nobel foi justificada “pelo trabalho científico através do qual desenvolveu teoria nos campos da economia estática e dinâmica, contribuindo activamente para aumentar o nível da análise da ciência económica”.
A Real Academia das Ciências Suecas reconheceu na altura que Samuelson “fez mais que qualquer outro economista contemporâneo para elevar o nível da análise científica na teoria económica”.
Foi também o autor dos livros de economia mais vendidos em todo o mundo, como é o caso do “best seller” Economics, com mais de 4 milhões de cópias vendidas, “leitura obrigatória” nas licenciaturas de economia.
Samuelson, ou PAS, como o próprio se chamava, ingressou no MIT em 1940 e três dos seus alunos foram também galardoados com o Nobel da Economia: Lawrence Klein, George Akerloff e Joseph Stiglitz.
“Tinha uma mente viva e excitante”, comentou Stiglitz, acrescentando que “algum do trabalho que fez há mais de 50 anos é hoje mais importante do que na altura”."
Recebi o seguinte e-mail:
"Paul Anthony Samuelson, Prémio Nobel da Economia em 1970 e um dos economistas mais conhecidos em todo o mundo, sobretudo entre os estudantes, morreu hoje aos 94 anos, anunciou o Massachusetts Institute of Technology (MIT), onde era professor desde há mais de 60 anos.
Samuelson, cujo trabalho é reconhecido como um dos mais importantes para a formação da economia moderna, utilizou a análise matemática para estabelecer o equilíbrio entre os preços, a oferta e a procura de bens e serviços.
Samuelson, um defensor do comércio livre, foi o primeiro norte-americano a receber o Nobel da Economia, em 1970 (segundo ano do prémio), tendo sido o economista mais reputado e influente nos Estados Unidos desde 1930 até aos anos 60.
A atribuição do Nobel foi justificada “pelo trabalho científico através do qual desenvolveu teoria nos campos da economia estática e dinâmica, contribuindo activamente para aumentar o nível da análise da ciência económica”.
A Real Academia das Ciências Suecas reconheceu na altura que Samuelson “fez mais que qualquer outro economista contemporâneo para elevar o nível da análise científica na teoria económica”.
Foi também o autor dos livros de economia mais vendidos em todo o mundo, como é o caso do “best seller” Economics, com mais de 4 milhões de cópias vendidas, “leitura obrigatória” nas licenciaturas de economia.
Samuelson, ou PAS, como o próprio se chamava, ingressou no MIT em 1940 e três dos seus alunos foram também galardoados com o Nobel da Economia: Lawrence Klein, George Akerloff e Joseph Stiglitz.
“Tinha uma mente viva e excitante”, comentou Stiglitz, acrescentando que “algum do trabalho que fez há mais de 50 anos é hoje mais importante do que na altura”."
quinta-feira, 10 de dezembro de 2009
Música da boa
Meus amigos (especialmente John neste caso) isto é um grande som...
Decorem o nome The Temper Trap.
Decorem o nome The Temper Trap.
terça-feira, 8 de dezembro de 2009
Almoço de Natal
E já está no nosso currículum mais um festejo de Natal :)
Queria desde já agradecer à dona de casa pela hospitalidade, acho que todos gostamos muito do bacalhau (e da lareira)! Já é a segunda vez que nos dá "tecto" no próximo ano estás dispensada...
Aproveitei para mudar a foto que a outra já tinha um ano. Acho incrível como é que 7 pessoas incrivelmente lindas, nas fotos nunca passem de "razoáveis" :p Talvez seja da maquina não sei...
abraços e beijinhos, um bom Natal para todos!!
Queria desde já agradecer à dona de casa pela hospitalidade, acho que todos gostamos muito do bacalhau (e da lareira)! Já é a segunda vez que nos dá "tecto" no próximo ano estás dispensada...
Aproveitei para mudar a foto que a outra já tinha um ano. Acho incrível como é que 7 pessoas incrivelmente lindas, nas fotos nunca passem de "razoáveis" :p Talvez seja da maquina não sei...
abraços e beijinhos, um bom Natal para todos!!
domingo, 6 de dezembro de 2009

Nós (bem, alguns de nós desgraçados) somos constantemente metralhados com todo o tipo de impostos. Para além desta verdadeira “invasão fiscal” em Portugal grassa também a evasão fiscal, toda a gente foge como pode, e quem mais foge mais espertalhão é. Há outro problema ainda, muito grave, a (in)sustentabilidade da segurança social, que está ameaçada. ATENÇÃO, eu disse ameaçada apenas, não se fiem em quem diz que está falida ou coisas do género, não é verdade, nem um bocadinho.
Bem, eu toquei nestes 3 assuntos por uma razão. E se fosse possível relacionar estes problemas e solucioná-los conjuntamente?! Certamente não descobri a pólvora mas aqui vai o meu modesto contributo.
Pegar em todos os impostos de que somos alvo e usá-los em nosso favor. Para incentivar os contribuintes a declarar mais e fugir menos, do montante correspondente a todos os impostos pagos por cada um, uma percentagem seria revertida num PPR ou assumido como os vulgares “descontos” para a reforma. Assim ficava diminuído o problema das nossas pensões futuras bem como da evasão fiscal, tirando partido da variedade de impostos de que somos alvo. Não só o IRS, IMI imposto sucessório, IA mas também o IVA. Já imaginaram a quantidade de pessoas que passariam a pedir factura no restaurante se soubessem que uma percentagem ser-lhe-ia devolvida sob a forma de PPR?!
Quanto aos impostos que pagámos, penso que não devem aumentados, mas acho igualmente que uma redução dos mesmos está fora de questão, pelo menos enquanto as nossas finanças públicas não recuperarem da valente cacetada recente. Porque dizer que a culpa não foi nossa não servirá de muito se o país rebentar pelas costuras...
E pronto fico à espera das vossas críticas ☺
$$$$$$$
De facto os jornais financeiros começam a ficar cada vez mais superficiais como os diários generalistas. Agora é todos os dias “ouro sobe/dispara/ultrapassa/novo record/em máximos históricos” bla bla bla.... Clica-se na notícia e nada, não há uma explicação cabal. Encurtando a história para não me tornar chato, muitos interpretam a subida do ouro como refúgio dos investidores devido aos receios de inflação. Pois, mas o ouro tem valorizado face a todas as moedas por isso pode não ser por aí. Umas das explicações mais cabais ( e não é minha infelizmente) é que a valorização do ouro tem que ver com a perda de credibilidade do dólar. Porque, se o dólar perder credibilidade as outras moedas não ficam muito melhor vistas e o “back to basics” é o ouro meus amigos... Não éramos nascidos quando vigorava o padrão ouro, mas esse colateral do dólar funcionava não só como colateral propriamente dito mas também dificultava que os EUA ligassem a impressora e começassem a imprimir notas verdinhas!
Reparem, actualmente os EUA imprimem dólares, a China compra-os e com esses dólares compra.... Obrigações dos EUA. Ou seja os EUA recebem de volta os dólares impressos e ainda ficam com uns iuanezinhos, nada mau negócio!
No século XIX quem desvalorizasse o dólar ficava pendurado pelo gargalo. Hoje, Ben Bernanke arrisca-se no máximo a voltar a dar aulas para Princeton e no mínimo a mais um mandato na FED como prémio por ter salvo tantos bancos coitadinhos.
De volta ao ouro?
Reparem, actualmente os EUA imprimem dólares, a China compra-os e com esses dólares compra.... Obrigações dos EUA. Ou seja os EUA recebem de volta os dólares impressos e ainda ficam com uns iuanezinhos, nada mau negócio!
No século XIX quem desvalorizasse o dólar ficava pendurado pelo gargalo. Hoje, Ben Bernanke arrisca-se no máximo a voltar a dar aulas para Princeton e no mínimo a mais um mandato na FED como prémio por ter salvo tantos bancos coitadinhos.
De volta ao ouro?
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