Foi ontem...
Recebi o seguinte e-mail:
"Paul Anthony Samuelson, Prémio Nobel da Economia em 1970 e um dos economistas mais conhecidos em todo o mundo, sobretudo entre os estudantes, morreu hoje aos 94 anos, anunciou o Massachusetts Institute of Technology (MIT), onde era professor desde há mais de 60 anos.
Samuelson, cujo trabalho é reconhecido como um dos mais importantes para a formação da economia moderna, utilizou a análise matemática para estabelecer o equilíbrio entre os preços, a oferta e a procura de bens e serviços.
Samuelson, um defensor do comércio livre, foi o primeiro norte-americano a receber o Nobel da Economia, em 1970 (segundo ano do prémio), tendo sido o economista mais reputado e influente nos Estados Unidos desde 1930 até aos anos 60.
A atribuição do Nobel foi justificada “pelo trabalho científico através do qual desenvolveu teoria nos campos da economia estática e dinâmica, contribuindo activamente para aumentar o nível da análise da ciência económica”.
A Real Academia das Ciências Suecas reconheceu na altura que Samuelson “fez mais que qualquer outro economista contemporâneo para elevar o nível da análise científica na teoria económica”.
Foi também o autor dos livros de economia mais vendidos em todo o mundo, como é o caso do “best seller” Economics, com mais de 4 milhões de cópias vendidas, “leitura obrigatória” nas licenciaturas de economia.
Samuelson, ou PAS, como o próprio se chamava, ingressou no MIT em 1940 e três dos seus alunos foram também galardoados com o Nobel da Economia: Lawrence Klein, George Akerloff e Joseph Stiglitz.
“Tinha uma mente viva e excitante”, comentou Stiglitz, acrescentando que “algum do trabalho que fez há mais de 50 anos é hoje mais importante do que na altura”."
segunda-feira, 14 de dezembro de 2009
quinta-feira, 10 de dezembro de 2009
Música da boa
Meus amigos (especialmente John neste caso) isto é um grande som...
Decorem o nome The Temper Trap.
Decorem o nome The Temper Trap.
terça-feira, 8 de dezembro de 2009
Almoço de Natal
E já está no nosso currículum mais um festejo de Natal :)
Queria desde já agradecer à dona de casa pela hospitalidade, acho que todos gostamos muito do bacalhau (e da lareira)! Já é a segunda vez que nos dá "tecto" no próximo ano estás dispensada...
Aproveitei para mudar a foto que a outra já tinha um ano. Acho incrível como é que 7 pessoas incrivelmente lindas, nas fotos nunca passem de "razoáveis" :p Talvez seja da maquina não sei...
abraços e beijinhos, um bom Natal para todos!!
Queria desde já agradecer à dona de casa pela hospitalidade, acho que todos gostamos muito do bacalhau (e da lareira)! Já é a segunda vez que nos dá "tecto" no próximo ano estás dispensada...
Aproveitei para mudar a foto que a outra já tinha um ano. Acho incrível como é que 7 pessoas incrivelmente lindas, nas fotos nunca passem de "razoáveis" :p Talvez seja da maquina não sei...
abraços e beijinhos, um bom Natal para todos!!
domingo, 6 de dezembro de 2009

Nós (bem, alguns de nós desgraçados) somos constantemente metralhados com todo o tipo de impostos. Para além desta verdadeira “invasão fiscal” em Portugal grassa também a evasão fiscal, toda a gente foge como pode, e quem mais foge mais espertalhão é. Há outro problema ainda, muito grave, a (in)sustentabilidade da segurança social, que está ameaçada. ATENÇÃO, eu disse ameaçada apenas, não se fiem em quem diz que está falida ou coisas do género, não é verdade, nem um bocadinho.
Bem, eu toquei nestes 3 assuntos por uma razão. E se fosse possível relacionar estes problemas e solucioná-los conjuntamente?! Certamente não descobri a pólvora mas aqui vai o meu modesto contributo.
Pegar em todos os impostos de que somos alvo e usá-los em nosso favor. Para incentivar os contribuintes a declarar mais e fugir menos, do montante correspondente a todos os impostos pagos por cada um, uma percentagem seria revertida num PPR ou assumido como os vulgares “descontos” para a reforma. Assim ficava diminuído o problema das nossas pensões futuras bem como da evasão fiscal, tirando partido da variedade de impostos de que somos alvo. Não só o IRS, IMI imposto sucessório, IA mas também o IVA. Já imaginaram a quantidade de pessoas que passariam a pedir factura no restaurante se soubessem que uma percentagem ser-lhe-ia devolvida sob a forma de PPR?!
Quanto aos impostos que pagámos, penso que não devem aumentados, mas acho igualmente que uma redução dos mesmos está fora de questão, pelo menos enquanto as nossas finanças públicas não recuperarem da valente cacetada recente. Porque dizer que a culpa não foi nossa não servirá de muito se o país rebentar pelas costuras...
E pronto fico à espera das vossas críticas ☺
$$$$$$$
De facto os jornais financeiros começam a ficar cada vez mais superficiais como os diários generalistas. Agora é todos os dias “ouro sobe/dispara/ultrapassa/novo record/em máximos históricos” bla bla bla.... Clica-se na notícia e nada, não há uma explicação cabal. Encurtando a história para não me tornar chato, muitos interpretam a subida do ouro como refúgio dos investidores devido aos receios de inflação. Pois, mas o ouro tem valorizado face a todas as moedas por isso pode não ser por aí. Umas das explicações mais cabais ( e não é minha infelizmente) é que a valorização do ouro tem que ver com a perda de credibilidade do dólar. Porque, se o dólar perder credibilidade as outras moedas não ficam muito melhor vistas e o “back to basics” é o ouro meus amigos... Não éramos nascidos quando vigorava o padrão ouro, mas esse colateral do dólar funcionava não só como colateral propriamente dito mas também dificultava que os EUA ligassem a impressora e começassem a imprimir notas verdinhas!
Reparem, actualmente os EUA imprimem dólares, a China compra-os e com esses dólares compra.... Obrigações dos EUA. Ou seja os EUA recebem de volta os dólares impressos e ainda ficam com uns iuanezinhos, nada mau negócio!
No século XIX quem desvalorizasse o dólar ficava pendurado pelo gargalo. Hoje, Ben Bernanke arrisca-se no máximo a voltar a dar aulas para Princeton e no mínimo a mais um mandato na FED como prémio por ter salvo tantos bancos coitadinhos.
De volta ao ouro?
Reparem, actualmente os EUA imprimem dólares, a China compra-os e com esses dólares compra.... Obrigações dos EUA. Ou seja os EUA recebem de volta os dólares impressos e ainda ficam com uns iuanezinhos, nada mau negócio!
No século XIX quem desvalorizasse o dólar ficava pendurado pelo gargalo. Hoje, Ben Bernanke arrisca-se no máximo a voltar a dar aulas para Princeton e no mínimo a mais um mandato na FED como prémio por ter salvo tantos bancos coitadinhos.
De volta ao ouro?
quarta-feira, 2 de dezembro de 2009
Jantarada de Natal III
Esqueci-me que segunda à noite não vai dar...além de eu trabalhar e não ter tempo depois para cozinhar, tenho também a casa com donos cá dentro, portanto o ideal será mesmo domingo ao almoço, vale?
Se preferirem segunda, terá que ser restaurante...mas neste caso não abdico de prenda!! sintam-se livres de só me oferecerem a mim...caso não queiram troca de prendas!!aceito cheques:):)
**
terça-feira, 1 de dezembro de 2009
Jantarada de Natal (II)

Agora é que é!
Já está combinado para dia 7, próxima Segunda feira (véspera de feriado) o nosso jantar de Natal. Desta vez não haverá prendas (para desgosto da Capsicum) mas a anfitriã será a mesma.
O tacho fica a cargo da dona da casa, quanto às sobremesas, afins e o local, haverá desenvolvimentos brevemente, vão consultando estas instalações.
(ps: jogar poker num jantar de Natal parece mal...?)
O menino japonês
No primeiro dia de aulas, numa escola secundária dos EUA, a professora
apresentou aos alunos um novo colega, Sakiro Suzuki, vindo do Japão.
A aula começa e a professora diz:
Vamos ver quem conhece a história americana.
Quem disse: 'Dê-me a liberdade ou a morte?'
Silêncio total na sala. Apenas Suzuki levanta a mão: - 'Patrick
Henry em 1775, em Filadélfia'.
Muito bem, Suzuki. E quem disse: -'O Estado é o povo, e o povo não pode
afundar-se?'
Suzuki: - 'Abraham Lincoln, em 1863, em Washington'.
A professora olha os alunos e diz:
- 'Não têm vergonha? Suzuki é japonês e sabe mais sobre a história americana do
que vocês!'
Então, ouve-se uma voz baixinha, lá ao fundo: - 'Japonês filho da puta!'
- 'Quem foi?' - grita a professora
Suzuki levanta a mão e, sem esperar, responde:
- 'General McArthur, em 1941, em Pearl Halbour'.
A turma fica super silenciosa... apenas se ouve do fundo da sala:
- 'Acho que vou vomitar'.
A professora grita: - 'Quem foi?'. E Suzuki: - 'George Bush Pai, aoPrimeiro-
Ministro Tanaka, durante um almoço em Tóquio, em 1991'.
E outro aluno diz ao fundo: - 'Suzuki de merda!'
E Suzuki responde: - 'Valentino Rossi, no Grande Prémio do Brasil de Moto GP,
no Rio de Janeiro, em 2002'.
A turma fica histérica, a professora desmaia, a porta abre-se e entra o
director, que diz: -'Que merda é esta? Nunca vi uma confusão deste tamanho!
E Suzuki, bem alto: -'Mariano Gago para José Sócrates, em 2007, após ter
recebido o relatório da inspecção feita à Universidade Independente...
apresentou aos alunos um novo colega, Sakiro Suzuki, vindo do Japão.
A aula começa e a professora diz:
Vamos ver quem conhece a história americana.
Quem disse: 'Dê-me a liberdade ou a morte?'
Silêncio total na sala. Apenas Suzuki levanta a mão: - 'Patrick
Henry em 1775, em Filadélfia'.
Muito bem, Suzuki. E quem disse: -'O Estado é o povo, e o povo não pode
afundar-se?'
Suzuki: - 'Abraham Lincoln, em 1863, em Washington'.
A professora olha os alunos e diz:
- 'Não têm vergonha? Suzuki é japonês e sabe mais sobre a história americana do
que vocês!'
Então, ouve-se uma voz baixinha, lá ao fundo: - 'Japonês filho da puta!'
- 'Quem foi?' - grita a professora
Suzuki levanta a mão e, sem esperar, responde:
- 'General McArthur, em 1941, em Pearl Halbour'.
A turma fica super silenciosa... apenas se ouve do fundo da sala:
- 'Acho que vou vomitar'.
A professora grita: - 'Quem foi?'. E Suzuki: - 'George Bush Pai, aoPrimeiro-
Ministro Tanaka, durante um almoço em Tóquio, em 1991'.
E outro aluno diz ao fundo: - 'Suzuki de merda!'
E Suzuki responde: - 'Valentino Rossi, no Grande Prémio do Brasil de Moto GP,
no Rio de Janeiro, em 2002'.
A turma fica histérica, a professora desmaia, a porta abre-se e entra o
director, que diz: -'Que merda é esta? Nunca vi uma confusão deste tamanho!
E Suzuki, bem alto: -'Mariano Gago para José Sócrates, em 2007, após ter
recebido o relatório da inspecção feita à Universidade Independente...
A LENDA DO FIAT 127
Certo dia, estava eu na estrada com o meu FIAT 127, e como era de esperar, a lata velha avariou.
Então, encostei a relíquia na berma e fiquei à espera que passasse alguém.
Apareceu um Porsche Boxter bi-turbo, a 170km/h. Nisso, o tipo do Porsche faz marcha-atrás e volta até ao FIAT.
Ele oferece-se para rebocar a porcaria do FIAT e eu aceitei a ajuda, mas pedi para não acelerar muito senão a lata velha desmontava-se (óbvio).
E combinei que piscaria o farol sempre que o Porsche estivesse a acelerar demais.
Então, o Porsche começou a rebocar o carro e sempre que passava dos 60km/h, eu fazia sinal com o farol (no singular) porque, para variar, um
deles tinha um curto-circuito e não funcionava. E o tipo do Porsche ia puxando a 'batedeira' a 60 km/h no máximo, morrendo de tédio...
Então aparece um Mitsubishi 3000 GT, que "pica" o Porsche e este não não vai de modas e arranca! 120, 130, 150, 190, 210, 240 Km/h...
Eu já estava desesperado, a piscar o farol que nem um louco, e os dois alinhados...
Os tipos passam por uma patrulha da polícia, mas nem vêem o radar, que regista uns impressionantes 240 km/h! Daí, o polícia avisa pelo rádio a
próxima patrulha:
'Atenção, um Porsche vermelho e um Mitsubishi preto a disputar uma corrida a mais de 240 km/h na estrada,
e ...juro pela minha santa mãezinha... um FIAT 127 colado à traseira deles a dar sinal de luz para ultrapassar!
Então, encostei a relíquia na berma e fiquei à espera que passasse alguém.
Apareceu um Porsche Boxter bi-turbo, a 170km/h. Nisso, o tipo do Porsche faz marcha-atrás e volta até ao FIAT.
Ele oferece-se para rebocar a porcaria do FIAT e eu aceitei a ajuda, mas pedi para não acelerar muito senão a lata velha desmontava-se (óbvio).
E combinei que piscaria o farol sempre que o Porsche estivesse a acelerar demais.
Então, o Porsche começou a rebocar o carro e sempre que passava dos 60km/h, eu fazia sinal com o farol (no singular) porque, para variar, um
deles tinha um curto-circuito e não funcionava. E o tipo do Porsche ia puxando a 'batedeira' a 60 km/h no máximo, morrendo de tédio...
Então aparece um Mitsubishi 3000 GT, que "pica" o Porsche e este não não vai de modas e arranca! 120, 130, 150, 190, 210, 240 Km/h...
Eu já estava desesperado, a piscar o farol que nem um louco, e os dois alinhados...
Os tipos passam por uma patrulha da polícia, mas nem vêem o radar, que regista uns impressionantes 240 km/h! Daí, o polícia avisa pelo rádio a
próxima patrulha:
'Atenção, um Porsche vermelho e um Mitsubishi preto a disputar uma corrida a mais de 240 km/h na estrada,
e ...juro pela minha santa mãezinha... um FIAT 127 colado à traseira deles a dar sinal de luz para ultrapassar!
domingo, 29 de novembro de 2009
Jantarada de Natal
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